Ame-o ou deixe-o

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Keith Jarret foi sempre um músico polêmico desde que começou a se apresentar solo em longos concertos totalmente improvisados, nos anos 70, culminando com o Köhl Concert em 1975. Seus gemidos e exclamações (que lhe rendem eternas críticas – aliás, um conhecido dedicou ao Keith um dos comentários mais mordazes que já li) não o impedem de um desenvolvimento fluente, tecnicamente impecável, de suas contruções melódico harmônicas.

Keith começou como sideman do saxofonista Charles Loyd em 1966, tocando sax soprano e eventualmente piano.Nos anos 80-90, além dos concertos solo e de gravações de música erudita, formou o trio Standarts ( Gary Peacock e Jack DeJornette).

Sugestões de álbuns: The Köhl Concert (ECM 1064), The Cure (ECM 1440), Bye bye blackbird (ECM 1467) e Tokyo ’96 (ECM 1666).

Parafraseando (de longe) Pascal: “para quem gosta nada é necessário, para quem não gosta, nada é suficiente.”

Helena Beatriz Pacitti

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